há um filme… um filme de cowboys
em que o tipo de azul, apagado e usado
de andar no cavalo em que o trote trocado
se atrasa a teus olhos… Constróis
a cena em que a flor implode
e o estribo já não pode e capote!
acaba tudo em dor e fulgor
que os papéis não dão mais,
nem actores,… são todos iguais
nas tramas pontuais da representação.
mas não temas! que juntos, fiéis
iremos ao centro, escrevamos sem medo
no rochedo areoso do filme.
esquece os cowboys e os desertos,
o sol quente que arrefece e repete
a nova saga! agora escrevamos
o que se esquece no momento…
que só o acto tranforma sentimento.